MAIO 2017

EXPOSIÇÕES_ARTIS 2017

GALERIAS | CASA MUNICIPAL DA CULTURA

Inauguração das exposições coletivas de pintura, escultura e fotografia do Festival de Artes de Seia - ARTIS XV. Organizado pelo Município de Seia em parceria com a Associação de Arte e Imagem de Seia, o festival decorre de 6 de Maio a 3 de Julho na Casa da Cultura e outros espaços, e que congrega um conjunto de atividades paralelas que vão decorrendo ao longo dos dois meses. Trata-se de um certame que se constitui como um contributo para a valorização da criação artística, nos domínios da pintura, escultura, fotografia, música e outras áreas criativas.

EXPOSIÇÕES_ARTIS 2017

GALERIAS | CASA MUNICIPAL DA CULTURA

PINTURA / ESCULTURA

Exposição coletiva de pintura e escultura realizada no âmbito do Festival de Artes Plásticas -ARTIS XV. Participam artistas locais e outros convidados, cruzando perspetivas e visões de temas da atualidade, com enfoque nos reflexos dos fenómenos da sociedade contemporânea, a que as artes procuram dar respostas e interrogações.
Apesar de se manter o tema livre, aos artistas foi também sugerido o tema TEMPO(S), procurando recolher contributos de visões criativas e desafiadoras:
"Fugacidade do tempo, ritmo alucinante, tempo pessoal - o nosso tempo e o tempo dos outros, tempo que nos controla... e aquele que pensamos controlar... falta de tempo... tempo morto... coisas de mais ao mesmo tempo... tempo vazio".

Entrada livre

Horário:
De segunda a sexta - das 10 H às 18 Horas e Domingos das 14:30H às 17:30 Horas

EXPOSIÇÕES_ARTIS 2017

FOYER DO CINETEATRO | CASA MUNICIPAL DA CULTURA

FOTOGRAFIA

Exposição coletiva de fotografia, realizada no âmbito do Festival de Artes Plásticas -ARTIS XV. Apesar de se manter o tema livre, aos artistas foi também sugerido o tema TEMPO(S), procurando recolher contributos de visões criativas e desafiadoras:
"Fugacidade do tempo, ritmo alucinante, tempo pessoal - o nosso tempo e o tempo dos outros, tempo que nos controla... e aquele que pensamos controlar... falta de tempo... tempo morto... coisas de mais ao mesmo tempo... tempo vazio".

Entrada livre

Horário:
Segunda a sexta das 10 às 18 Horas e nos horários das sessões de cinema

ABRIL 2017

EXPOSIÇÕES

GALERIAS | CASA MUNICIPAL DA CULTURA

Exposição de Fotografia de Alfredo Cunha

“ Evocar Abril, trinta anos depois. (…) Reconstruir a memória, fotografia a fotografia. Percorrer os mesmos caminhos que dois jovens repórteres do finado jornal “O Século” fizeram nessa data mágica, eu reinventou um país chamado Portugal. (…) re-olhar locais por onde passou a liberdade, procurando o rasto dela, surpreendendo o contraste, retendo-o na objetiva. Sempre exatamente dos mesmos locais, com os mesmos ângulos, à procura de interpretar as diferenças. (…) ”.

Mário Contumélias
(Jornalista, escritor e poeta português. Licenciado em Antropologia Social e doutorado em Sociologia, na especialidade de Sociologia da Cultura e da Comunicação.)

Alfredo de Almeida Coelho da Cunha nasceu em Celorico da Beira. Influenciado pelo pai, optou por uma carreira em fotografia de reportagem. Como repórter fotográfico começou no Notícias da Amadora, em 1971. Seguidamente, colaborou com O Século e O Século Ilustrado (1972), a Agência Noticiosa Portuguesa — ANOP (1977) e as agências Notícias de Portugal (1982) e Lusa (1987).
Cobriu, entre outros acontecimentos, o 25 de Abril de 1974, a Revolução Portuguesa, a descolonização portuguesa em Angola, Moçambique, Guiné, Cabo Verde e S. Tomé e Príncipe, o golpe de estado na Guiné-Bissau, a queda do regime comunista romeno, o fim da guerra civil em Moçambique e a guerra no Iraque em 2003.

Foi fotógrafo dos Presidentes da República António Ramalho Eanes e Mário Soares.
Foi editor de fotografia no jornal Público, no Grupo Edipresse, na revista Focus, no Comércio do Porto e no Jornal de Notícias. Colaborou com Ana Sousa Dias no programa Por Outro Lado, da RTP2. Foi diretor de fotografia da agência Global Imagens. Atualmente, trabalha como freelancer e desenvolve vários projetos editoriais. Tem publicado vários livros de fotografia.

Entrada livre

Horário:
De segunda a sexta-feira: das 10H às 18 Horas
Sábados e domingos: das 14:30H às 17:30 Horas

FEVEREIRO 2017

EXPOSIÇÕES

GALERIAS | CASA MUNICIPAL DA CULTURA

"Grito para me fazer ouvir" é uma exposição ao estilo de retrospectiva, onde é feito uma passagem por todo o percurso de Ricardo Cardoso. Podem-se encontrar trabalhos desde 1999 a 2017, e perceber as suas principais influências.
As influências estão bem vincadas no seu início até 2001, onde o artista mostra um fascínio pelo mundo subjectivo e surreal de H.R. GIGER. Em 2001 começa então com espírito experimental, procurando o seu estilo próprio e perseguindo essa ambição de criar o seu mundo.
As experiências começaram a tomar forma, apresentando características orgânicas, abstractas, realistas, expressivas, entre outras. Do ponto de vista técnico, alguns trabalhos são muito distantes, mas a sua matriz é a mesma, onde prevalece a insatisfação, inquietude do ser e do presente, procurando sempre a experiência e outro futuro.
Essa inquietação e experimentalismo levou-o a assumir o objecto artístico como sendo um resíduo da obra de arte, e a verdadeira obra de arte o acto da criação. O objecto artístico é a memória da obra de arte.
O ano de 2005 foi um marco na sua carreira artística, deparando-se com uma expressão artística que até então lhe era desconhecida - a performance artística.
A performance artística no seu trabalho, começa por ser uma brincadeira, depois uma forma de entreter o observador, mas a principal razão da sua existência para Ricardo Cardoso, é o concretizar de uma vontade: Entrar e fazer parte da obra de arte.
Este lado mais egocêntrico veio tornar o trabalho mais inquieto e perturbador, onde o negro e as personagens expressivas predominam, evocando uma memória.
Essas memórias vão estar todas presentes nesta exposição "Grito para me fazer ouvir".

Entrada livre

Horário:
De segunda a sexta-feira: das 10H às 18 Horas
Sábados e domingos: das 14:30H às 17:30 Horas

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