MAIO 2017

TEATRO

CASA MUNICIPAL DA CULTURA

X MOTIN - Mostra de Teatro Infanto-Juvenil

Sinopse
O Teatro do Oprimido é teatro na aceção mais arcaica da palavra: todos os seres humanos são atores porque agem e espectadores, porque observam. Somos todos espect-atores. O teatro do oprimido é uma forma de teatro, entre todas as outras. A partir do Teatro Fórum, uma metodologia que se baseia na criação de pequenas situações reais, onde se verifica uma clara situação de opressão, representadas posteriormente para uma plateia que é convidada a participar, substituindo os actores, equacionando todas as possibilidades.
Este grupo apresentará situações inerentes à autocracia na educação e no emprego, igualdade de género, xenofobia, condenação da homossexualidade, usurpação do poder e traição.

Ficha Técnica
Autor
Augusto Boal; Encenação/Direção José Baptista; Luminotecnia Atores; Sonoplastia Atores; Interpretação Elsa Pinto, Marlene Ascensão, Gisela Firmino, Carla Reis, José Armando Abrantes, Davide Macedo, Cristina Nunes.

Historial do grupo de atores
O grupo de atores envolvidos realizou atividades e performances no grupo Senna em palco de Seia que tem cerca de dez anos de existência. Este grupo já apresentou diversos espetáculos quer em Seia quer em diversas zonas do país. É dirigido por Alexandre Sampaio.

Entrada Livre

TEATRO

CASA MUNICIPAL DA CULTURA

X MOTIN - Mostra de Teatro Infanto-Juvenil

Sinopse
Numa deambulação com máscaras e em comédia d'el arte, duas famílias, levadas por antigos ressentimentos, desencadeiam novos distúrbios, onde o ódio tinge de amargura os corpos e almas de cada um. No meio deste ódio, surge o mais louco dos sentimentos, o amor... Este amor leva à desventura dos dois amantes, Romeu e Julieta, acometidos por um lastimoso fim - a loucura…

Ficha Técnica
Autor
Nyuu Chan (adaptação dramatúrgica); Encenação/Direção José Baptista e Graça Amaral; Luminotecnia Alunos da Escola; Sonoplastia Gustavo Silva, Francisco Mendonça; Interpretação Gabriel Baptista, Beatriz Cruz, Afonso Silva, Catarina Figueiredo, Camila Batista, Guilherme Laranjo, Ana Carolina Ferreira, Francisco Laranjo, Jéssica Oliveira, Telma Neves, Afonso silva, Ana Rita Reis, Beatriz Cruz, Catarina Figueiredo, Constança Neves, Mónica Marques, Rita Miranda, Gonçalo Dias.

Historial do grupo
É um grupo de alunos do 7º e 8º ano, que usufruem da disciplina de expressão dramática/ teatro em contexto de clube. Este grupo já usufrui de uma aprendizagem teatral de um ano. No ano letivo de 2014/2015 e 2015/2016, prepararam e apresentaram os textos dramáticos "Despertar da Primavera" e "Sonho de uma noite de Verão", respectivamente. Efetuaram apresentações no IX Motin em Seia e na Mostra de Teatro em Coimbra.

Entrada Livre

TEATRO

CASA MUNICIPAL DA CULTURA

X MOTIN - Mostra de Teatro Infanto-Juvenil

Sinopse
Cada um parte… levando consigo a sua vida em busca de novos mundos e aventuras…Eis que… tudo se altera… num gigantesco Naufrágio. Todos…, mas mesmo todos, se têm que reinventar como forma de sobrevivência. É nesta capacidade de ceder um pouco de si para sobreviver que o espetáculo se desenvolve.

Ficha Técnica
Autor
Clube de Expressão Dramática - EEN ; Encenação/Direção Isabel Cardoso Almeida; Luminotecnia Clube de Expressão Dramática - EEN ; Sonoplastia Clube de Expressão Dramática - EEN ; Interpretação Clube de Expressão Dramática - EEN

Historial do grupo
Clube de Expressão Dramática - EEN existe desde a fundação da escola, 1991, está, por isso, no seu vigésimo quarto ano de existência. Sempre funcionou como atividade extracurricular, sendo os seus participantes, alunos, maioritariamente, do terceiro ciclo. As peças encenadas e/ou adaptações cénicas apresentadas foram sempre entendidas como um projeto comum de partilha de opções cénicas planeadas e definidas em conjunto, num entrosamento o mais profícuo e aprazível possível para todos os elementos do grupo participante. É nessa corresponsabilização mútua e no aspeto lúdico-didático que assentam os objetivos basilares deste clube.

Entrada Livre

TEATRO

CASA MUNICIPAL DA CULTURA

X MOTIN - Mostra de Teatro Infanto-Juvenil

Sinopse
A partir de situações com humor, insólitas e absurdas, são apresentadas peripécias de personagens intervenientes na sociedade, numa visão non-sense que traz ao público a possibilidade de rir muito, através dos laivos de humor da própria vida que por vezes não têm sentido algum, mas que nos colocam a pensar e a refletir sobre as suas problemáticas inerentes.

Ficha Técnica
Autor
Grupo "Barbixas" Brasil; Encenação/Direção José António Baptista e Anabela Santos; Luminotecnia Alunos; Sonoplastia Alunos do Curso Profissional de Música; Interpretação Daniela Reis Santos, David Macedo, Marta Ferreira da Silva, Rafael Abreu Rodrigues, Sara Cristina Cardoso, Abel Freire, Mónia Marques Fernandes e Sandy Cardoso.

Historial do grupo
Este grupo já conta com três anos e existência. Nos anos transatos participaram com os textos dramáticos "Intemporalidade do amor" de Rosa lobato Faria e "Frozen - uma aventura congelante".

Entrada Livre

TEATRO

CASA MUNICIPAL DA CULTURA

X MOTIN - Mostra de Teatro Infanto-Juvenil

Sinopse
Como é que vemos e exploramos o lado feminino de Pessoa, já que este , constituído por frases essenciais de textos do Ortónimo, é representado maioritariamente com mulheres! Numa deambulação poética e teatral do ortónimo e alguns heterónimos, as Pessoas e o próprio Fernando questionarão a vida, as vivências, as dúvidas, o ceticismo, as dificuldades e os seus conflitos internos.

"Não me venham com conclusões! A única conclusão é morrer" - Álvaro de Campos
"Vive sem horas" - Ricardo Reis
"Tudo já perde a beleza se olharmos com o pensamento" - Fernando Pessoa
"Porque eu sou do tamanho do que vejo e não do tamanho da minha altura" - Alberto Caeiro
Pensar faz mal às emoções" - Álvaro de Campos
"Vê de longe a vida, nunca a interrogues" - Ricardo Reis
"O sentimento une os homens; a inteligência separa-os" - Fernando Pessoa

Ficha Técnica
Autor
Catarina Brás (adaptação dramatúrgica de textos de Fernando Pessoa e Heterónimos); Encenação/Direção Victor Sousa/ José António Baptista; Luminotecnia/Sonoplastia Emanuel; Interpretação Alexandra Parente, Ana Fernandes, António Cardoso, Iris Coelho, Jéssica Mota, Joana Coelho, Maria Ferreira, Mariana Araújo, Soraia Nogueira, Vanessa Rodrigues.

Historial do grupo (10ºK)
No ano lectivo 2016/17 participaram em jogos dramáticos e de personagens, corpo e movimento, corpo e gesto bem como, ensaio da peça teatral, em parceria com a Ludoteca Municipal, com o Professor José António Baptista, entre, algumas Cicl'Oficinas dinamizadas pelas Educadoras Eulália Clara e Liliana Nogueira, "Modelagem de Balões", "Pinturas Faciais", "Construção de Fantoches em Papel Marchê", "Teatro de Sombras", "Fantoches de Dedo". Participaram no teatro do oprimido em parceria com a Instituição Val'Arte. Com o Professor da Área de Expressões, Victor de Sousa, realizaram as seguintes CiclÓficinas: "O Jogo Educativo como Estratégia", "Jogos Dramáticos - O Corpo Veículo de Expressão", "Relaxamento…Criatividade Fantástica de Sonhos", Animação da Juventude da Terceira Idade". Desenvolveram durante este ano letivo os módulos: "Corpo e Movimento", "Corpo e Gesto", "Oficina de Experimentação", "Meios e Técnicas de Expressão I" e "Expressão e Comunicação".

Entrada Livre

TEATRO

CASA MUNICIPAL DA CULTURA

X MOTIN - Mostra de Teatro Infanto-Juvenil

Sinopse
"... história literalmente no osso, sem corpos nem paisagem, todo o aparato da escrita reduzido ao palco de uma cela onde se digladiam duas vozes. Trata-se de uma espécie de teatro mental, por onde passam algumas das maiores tensões e angústias do nosso tempo: a retórica do medo, a intolerância, os abusos cometidos em nome da democracia, a incapacidade de compreender o outro, de respeitar quem não pensa como nós. Zink não faz do duelo entre os dois homens mero veículo para um qualquer discurso político. Em vez disso, e com muito mais eficácia, descontrai ideias feitas sobre a ameaça do fanatismo religioso e o seu reverso (a paranóia securitária) mostrando-nos como as relações de poder se podem dissolver no próprio absurdo que as sustém." (José Mário Silva)

Ficha Técnica
Autor
Rui Zink; Encenação Américo Rodrigues; Interpretação Luciano Amarelo e Valdemar Santos; Desenho de luz José Neves; Cenografia José Teixeira; Operação de Luz e Som João Paulo Neves; Produção Suzete Marques Teatro Calafrio; Cartaz Pumukill;

ABRIL 2017

TEATRO

CINETEATRO |CASA MUNICIPAL DA CULTURA

Dia 22 – 21:30 Horas

ANTÓNIO RAMINHOS | AS MARIAS

Não, isto não é um monólogo. Não, também não é stand up. É pura terapia!
No próximo dia 22 de abril a Casa da Cultura de Seia recebe "As Marias", um espetáculo no qual o humorista António Raminhos leva o público a uma viagem pelos dramas e peripécias que todos passamos na infância, adolescência, casamento e paternidade.
Tudo isto, obviamente, da forma muito peculiar a que o humorista nos habituou...

Género: Comédia; Classificação: M/12 anos; Organização: Evartz; Apoio: Municipio de Seia

Bilhetes à venda na Casa da Cultura e Senalonga; Preço único: 12 euros

MARÇO 2017

TEATRO

CINETEATRO |CASA MUNICIPAL DA CULTURA

Dia 8 - 10 Horas

LUIS - O POETA E O HOMEM, ETCetera Teatro

Ó gente temerosa, não te espantes, que este dia deitou ao mundo a vida mais desgraçada que jamais se viu!

Luis Vaz de Camões é, sem dúvida nenhuma, um dos maiores poetas Portugueses, disso não há dúvida. Todos sabemos quem é o poeta, mas saberemos o que o influenciou a ser Poeta? O que distingue o Poeta do Homem? Serão a mesma pessoa? Ou a poesia é como uma máscara para esconder as incertezas e dúvidas acerca do mundo onde vive Luis?
Que segredo tão árduo e tão profundo nascer para viver, e para a vida faltar-me quanto o mundo tempo tem para ela. Porque será que o Amor lhe dá esperanças que nunca se concretizam? Porque será que a má sorte o persegue? Porque será que o destino não o deixa alcançar a felicidade?
Neste espectáculo, pretende-se evocar a lírica camoniana, de onde vem e para onde foi, mas sobretudo, perceber quem foi o Homem atrás do Poeta, os seus sonetos, as suas cantigas, as suas rimas, as suas reflexões e a sua obra de destaque - Os Lusíadas.
Através de uma viagem pelo génio de Camões esta peça, com momentos musicais (tocados e cantados ao vivo), pretende que o público seja obrigado a questionar-se e a perceber se o mundo de Camões é tão diferente do nosso.

Texto, encenação e dramaturgia: Luís Trigo; Música: Nuno Martins; Elenco: Kátia Guedes, Nuno Martins e Pedro M. Dias; Cenografia: Vitor Nunes

TEATRO

CINETEATRO |CASA MUNICIPAL DA CULTURA

Esta história intemporal caracteriza a sociedade lisboeta do fim do séc. XIX: a política, as corridas de cavalos, as tardes passadas no Grémio Literário, os passeios em Sintra, os aspirantes a chique, etc.
Esta crítica à sociedade é feita através da narrativa da vida de Carlos da Maia, homem abastado e culto. Como a maioria das pessoas da época, acaba por viver uma vida dupla, tendo sido amante de várias senhoras da alta sociedade. Ao seu lado tem o seu melhor amigo, João da Ega, a projecção literária de Eça de Queirós. É uma personagem contraditória: romântico e sentimental, mas também progressista e crítico. O avô Afonso da Maia, assiste a tudo, observando e tentando, sem efeito, incutir a sua posição conservadora. Passamos também por Dâmaso Salcede, que representa tudo o que a sociedade tinha de pior. Mesquinho e convencido, tem uma única preocupação na vida: ser "chique a valer". Os Condes de Gouvarinho, espelhos da falsidade da sociedade, representam a incompetência do poder político.
Eça de Queirós descreve esta sociedade de costumes e acaba a história com o romance entre Carlos da Maia e Maria Eduarda, dois jovens que ao longo da trama descobrem algo que mudará as suas vidas para sempre. Um final trágico, mas óbvio e que somente Eça poderia dar nesta obra.

Texto e dramaturgia: Norberto Barroca; Encenação: Luís Trigo; Música: Luís Trigo; Elenco: Daniel Pinheiro, Luis Trigo, Kátia Guedes, Nuno Martins, Pedro M. Dias e Vânia Mendes; Cenografia: Paula Trigo; Figurinos e adereços: Paula Trigo e Helena Gama

ENTRADA LIVRE

JANEIRO 2017

TEATRO
TEATRO

CINETEATRO |CASA MUNICIPAL DA CULTURA

Abílio Rocha, empregado de balcão de um conhecido café em Lisboa, próximo de Pessoa, conduz-nos num périplo pelos mundos de Alberto Caeiro, Ricardo Reis e Álvaro de Campos, cruzando a obra de Pessoa ortónimo e heterónimos com a sua própria vida. Uma vida plena dos sonhos e ilusões próprios de quem tem as suas raízes num Portugal profundo e conviveu, de perto, com um dos poetas mais consagrados da nossa língua. Uma vida que ecoa nas cordas do seu bandolim, fazendo vibrar o próprio eixo da nossa herança, da nossa identidade.

Encenador: Abílio Rocha, Companhia Teatro em Caixa;
Direção: Pedro Lamas; Interpretação, marionetas e cenografia: Diogo Bastos; Assistente de cenografia e eletrónica: Ruca Batista; Voz off: Pedro Lamas; Música: Diogo Bastos e Filipe Azevedo; Operador de luz e som: Vítor Gomes; Fotografia: Maria Côrte-Real; Captação e edição vídeo: Alex Barone; Figurinos e produção: Sara Vitália;
Público-alvo - alunos do 10º ano; Classificação: M/12 anos; Duração: 50m

https://www.facebook.com/teatroemcaixa

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